terça-feira, 19 de maio de 2009

De tanta ‘antigueza’... É de se pensar mais tarde, se é tão ruim recordar.

{...} que tantas coisas fiquem tão lá...

Estive lendo esses dias alguns traços antigos
 basicamente sobre mim
mas também sobre eles
aqueles meus, e ao mesmo tempo deles, nossos, 
(o cotidiano dos faustos)
alguns amores antigos, de uns dias antigos.
É de se perder, ao encontrar 
vários meses, consumidos em recortes de sorrisos, e pudores.
Milhares de testes de escrita, de memória, doçura, paixão, carne, normalidade.
ê tempo visceral, que parece cortar mais misturado as memórias'
 
'Com o ouvido cheio de flores recem-cortadas
Com a lingua, cheia de amor e de agonia'
Piazzoleando