Praxes, simplicidades ou mitos.
Deixando de lado o que se faz sempre,
a inspiração tirou férias por uns dias...
o que me sobra, são os conhecimentos vagos.
Após conversas , devaneios e afins,
acabei percebendo que meus faustos
( inclua-me nestes) nutriam certa paixão
(arrebatadora)
por "ícones", a cada palavra,
elogio ou declaração
uma nova parede se erguia e era fortalecida
e a distancia - admirado - admirador
chegou a tal ponto destrutivo
que lhe foi permitido criar...
criou-se 'a ponte' : onde reles humanos foram
mitificados, ora por feitos, ora por filosofias
seguidos, louvados, amados.
É simples criar mitos, e os manter longe,
o mais ingrato dos fatos é aproximar
a realidade da multiplicidade,
quebrar a redoma construída
por anos não por um,
mas por tantos, inúmeros...
A aproximação do feio e belo
ainda que extravagante é necessária
Assim como a quebra da redoma...
Se cada 'revolucionário'
propõe uma quebra qualquer
sejamos ao menos justos aos que
tanto 'seguimos'.
